Infraestrutura
Hospedagem de Sites em Brasília
Infraestrutura com segurança e alto desempenho para suas aplicações.
Visão geral
A hospedagem é a base de tudo. Um servidor lento derruba a experiência de navegação, prejudica o posicionamento no Google e faz o visitante desistir antes mesmo da página carregar. Por isso trabalhamos com servidores dedicados de alta performance, e não com o plano compartilhado mais barato do mercado.
Hospedar o site com a Criattus significa ter o servidor e o suporte no mesmo lugar. Quando algo precisa de ajuste, não existe transferência de responsabilidade entre a agência e o provedor, resolvemos direto.
Especificações do plano
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Servidor Web LiteSpeed
Um dos servidores mais rápidos disponíveis, com cache nativo que reduz de forma significativa o tempo de carregamento.
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Espaço em disco SSD
Armazenamento em estado sólido, com leitura muito mais rápida que os discos convencionais.
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Contas de e-mail ilimitadas
Número ilimitado de contas POP3 e IMAP com o domínio da sua empresa.
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Proteção anti-SPAM
SpamAssassin com classificação de e-mails por grau de tolerância, ajustável conforme a sua necessidade.
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Gerenciamento avançado
Painel completo para domínios, subdomínios, bancos de dados, certificados e contas de e-mail.
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Suporte da equipe
Atendimento direto de quem conhece o seu site, sem fila de chamados genéricos.
O que a velocidade do servidor afeta
- Posicionamento orgânico, velocidade de carregamento é fator de ranqueamento declarado pelo Google, e vale para todas as páginas do site.
- Taxa de conversão, cada segundo a mais de espera aumenta o abandono antes que o visitante veja a sua proposta.
- Custo por clique, páginas lentas reduzem o índice de qualidade do anúncio no Google Ads, e o mesmo clique passa a custar mais caro.
- Experiência em celular: é onde a conexão costuma ser mais instável e onde a maior parte das visitas acontece.
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O que "gerenciada" quer dizer na prática
Gerenciada não descreve o disco nem o painel: descreve quem está do outro lado no dia em que algo sai do lugar. Em um ambiente sem gestão, o cliente é quem precisa descobrir que o consumo de memória estourou, que a versão de PHP mudou numa atualização automática ou que um certificado deixou de renovar. Nada disso aparece na página inicial do site. Aparece em um log que alguém tem de abrir.
O que encurta o caminho é o que já se conhece do projeto: qual plugin gera os formulários, por que a versão de PHP foi fixada por causa de uma integração, qual rotina roda de madrugada e pesa no servidor. Com essa informação, a conversa começa no log e não no roteiro genérico de limpar cache e desativar plugins.
Vale marcar o limite, porque ele evita frustração depois: hospedagem é infraestrutura, não é manutenção. O servidor mantém o site no ar e entrega as páginas; ele não atualiza WordPress, tema e plugins, não corrige código quebrado e não altera conteúdo. Esse trabalho contínuo é da Administração Web (/manutencao-de-sites/). Os dois se somam: nenhum substitui o outro.
Certificado e e-mail: os dois itens que ninguém explica
Certificado, e-mail no domínio e filtro de spam entram em toda lista de hospedagem como se fossem óbvios, e são justamente os que mais geram chamado. Sem entender o que cada um resolve, é impossível comparar dois ambientes.
- Certificado SSL: cifra o tráfego entre o navegador do visitante e o servidor. Sem ele o navegador marca a página como não segura, e o aviso aparece bem no momento em que o visitante ia digitar nome e telefone. O cadeado protege o transporte da informação; ele não impede invasão, e essa confusão é comum. Todo certificado tem validade e precisa ser reemitido, e é isso que o painel de certificados do plano administra.
- E-mail no domínio: contato@suaempresa.com.br em vez de um endereço gratuito. Criar a caixa é a parte simples; a difícil é a entrega. Os registros SPF, DKIM e DMARC ficam no DNS do domínio e informam aos provedores de destino quem tem autorização para enviar em nome dele. Quando esses registros ficam desatualizados, a mensagem sai da caixa e cai no spam do destinatário: do lado de cá parece que funcionou, e o cliente jura que nunca recebeu.
- Filtro anti-SPAM: trabalha no sentido inverso, sobre o que chega. A classificação por grau de tolerância existe porque o ajuste é individual: quem recebe currículo, nota fiscal e cotação de fornecedor desconhecido precisa de um filtro mais frouxo do que quem troca mensagem apenas com uma lista fechada de contatos.
- Backup gerenciado: não é item do plano de hospedagem. É um dos itens da Administração Web (/manutencao-de-sites/), junto com as atualizações testadas antes de ir ao ar. Vale saber disso na hora de contratar, e não no dia em que a cópia faz falta.
O domínio vence separado da hospedagem
Domínio e hospedagem são dois contratos diferentes, e essa é a origem de boa parte das quedas que não têm nada a ver com servidor. O .com.br é registrado no registro.br; a hospedagem só responde pelo endereço enquanto o DNS aponta para ela. Se o registro vence, o servidor continua ligado, com o site inteiro intacto dentro dele, e mesmo assim ninguém acessa.
O erro clássico é o aviso de renovação chegar a um endereço que a empresa não controla mais: o e-mail de um ex-funcionário ou o de quem montou o site anos atrás e não trabalha mais com você. Ninguém vê a cobrança. Quando o domínio deixa de responder, o site sai do ar e o e-mail para junto, e é o e-mail que se percebe primeiro. Passado o período de carência, o domínio pode ser liberado para outra pessoa registrar.
Por isso o vencimento entra na rotina do ambiente, e o contato administrativo do registro precisa ser um endereço que alguém da empresa realmente lê. Vale rodar esta conferência mesmo que a hospedagem esteja em outro fornecedor (o tema da titularidade, de quem fica com o quê, é tratado em Criação de Sites (/criacao-de-sites/):
- Onde o domínio está registrado hoje e quem tem o acesso a esse painel.
- Se o e-mail de contato administrativo do registro ainda é lido por alguém da empresa.
- Se domínio e hospedagem vencem em fornecedores e datas diferentes.
- Se o DNS aponta para o servidor em que o site realmente está, e se alguém sabe onde esse DNS é editado.
Quando o servidor oscila, quem reclama primeiro é o e-mail
Site fora do ar é um prejuízo silencioso: quem não conseguiu abrir a página quase nunca avisa. Com o e-mail acontece o contrário: a queda vira telefonema no mesmo dia, porque do outro lado tem alguém esperando um documento que precisava sair naquela hora.
O tamanho do estrago depende do que trafega ali. Em uma operação que vende pela internet, a conta aparece no carrinho abandonado. Em um escritório que trabalha por documento, peça processual, exame, guia, nota, projeto para aprovação, a conta aparece no prazo de outra pessoa, e o anexo pesado ainda ocupa disco no caminho. São dois desenhos de ambiente diferentes, e a pergunta sobre volume de e-mail costuma pesar mais do que a pergunta sobre visitas.
A Criattus mantém escritório em Águas Claras, Brasília, com telefone e WhatsApp no 61 3024 1336. Para assuntos que travam por falta de acesso: domínio herdado de um fornecedor antigo, painel sem senha conhecida, dimensionamento de um ambiente que já vive no limite, sentar à mesa costuma render mais que trocar mensagem, e essa é uma opção real para quem está no DF.
O que perguntamos antes de dimensionar o ambiente
A conversa de hospedagem é técnica e tem sempre as mesmas perguntas. Elas existem por um motivo prático: ambiente apertado cai no pior momento, e ambiente folgado demais cobra por recurso parado. Se você já tiver estas respostas em mãos, a proposta sai bem mais rápido:
- O que roda ali: site institucional, que entrega páginas praticamente prontas; catálogo com busca; loja virtual, que processa carrinho e checkout a cada visita; ou sistema com rotinas em segundo plano. Cada um consome processamento de um jeito.
- Como o tráfego se comporta: visita distribuída ao longo do mês ou concentrada por campanha, que joga muita gente na mesma página no mesmo horário.
- Quanto o disco precisa segurar: arquivos do site e caixas de e-mail dividem o mesmo espaço, e mídia pesada, vídeo institucional, catálogo de imagens, portfólio fotográfico, muda a conta. As caixas crescem sozinhas, ano após ano, acumulando anexo.
- Quantos endereços entram: domínio principal, subdomínios, ambiente de teste para conferir antes de publicar e hotsite de campanha. Cada um ocupa estrutura e pede certificado próprio.
- O que a aplicação exige: versão de linguagem, banco de dados, tarefas agendadas e integrações externas que dependem de endereço fixo. Quando o ambiente não atende ao que a aplicação pede, dizemos isso antes de fechar, e não depois.
Dúvidas frequentes
Como vocês definem o tamanho do ambiente para o meu caso?
Pelo que ele vai ter de sustentar: tipo de aplicação (institucional, catálogo, loja virtual ou sistema), comportamento do tráfego, espaço somando arquivos do site e caixas de e-mail, e quantos domínios e subdomínios precisam de estrutura e certificado. São perguntas objetivas, respondidas em uma conversa, e é a partir delas que o ambiente é montado.
Preciso hospedar com a Criattus para vocês criarem meu site?
Não é obrigatório. O que muda é o caminho quando algo quebra: com servidor e desenvolvimento na mesma casa, abrimos o log, o painel e o código sem depender de terceiro para saber se a causa é plugin, DNS, versão de PHP ou servidor. Em ambiente de terceiros, o diagnóstico anda no ritmo do que aquele suporte aceita investigar. A troca de um site que já está no ar é descrita em Criação de Sites (/criacao-de-sites/).
Meu domínio está com um fornecedor antigo. Isso é problema?
É um risco a resolver, não uma urgência do dia. O ponto crítico é o contato administrativo do registro: se o aviso de renovação chega a um e-mail que ninguém lê, o domínio vence sem que a empresa perceba, e aí o site sai do ar e o e-mail para junto. Vale conferir onde o domínio está registrado, quem tem acesso ao painel e para qual endereço vão os avisos.
As contas de e-mail são ilimitadas mesmo? Então nunca enche?
O número de contas é ilimitado; o que tem limite é o espaço em disco, compartilhado entre os arquivos do site e todas as caixas. Uma equipe que troca anexos pesados ocupa esse espaço com o tempo, e a saída é limpar, arquivar localmente ou ampliar o ambiente. É por isso que perguntamos o volume de e-mail antes de dimensionar, e não depois.
Meus e-mails estão indo para a caixa de spam do destinatário. A hospedagem resolve?
Em boa parte dos casos sim, porque a causa costuma estar nos registros de DNS do domínio. SPF, DKIM e DMARC incompletos ou desatualizados depois de uma troca de servidor. Ajustar esses registros é trabalho de quem administra a hospedagem. O que nenhum servidor conserta é disparo em massa para lista comprada, que continua sendo marcado como spam.
Trocar de servidor deixa o site rápido por si só?
Melhora a camada que depende do servidor: tempo de resposta, cache e leitura em disco. Não resolve imagem enviada em tamanho original, excesso de plugins, código pesado ou consulta mal feita ao banco. Servidor rápido com site mal construído continua carregando devagar: quando o gargalo está na aplicação, ele é tratado como manutenção, não como infraestrutura.
Hospedagem inclui a manutenção do site?
Não. A hospedagem cuida do ambiente: servidor, contas de e-mail, filtro de spam, banco de dados e certificados. Atualizar WordPress, tema e plugins, cuidar do backup gerenciado, corrigir código e alterar conteúdo é Administração Web (/manutencao-de-sites/), um serviço contínuo à parte. Os dois se completam: site desatualizado em servidor rápido continua sendo alvo fácil, e site atualizado em servidor lento continua lento.
Vocês hospedam sistema e aplicação, ou só site em WordPress?
O ambiente atende aplicações, não apenas sites institucionais, com painel para bancos de dados, subdomínios e certificados. O que precisamos saber antes é o que a aplicação exige: versão de linguagem, tarefas em segundo plano, integrações externas e comportamento de carga. Com isso na mesa dizemos se o ambiente atende: e, quando não atende, também dizemos.
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Responda seis perguntas e a conversa começa no seu WhatsApp com o contexto já escrito.