Mídia paga
Google Ads e Tráfego Pago em Brasília
Gestão de campanhas de Google Ads para empresas do DF: Rede de Pesquisa, Display e remarketing, com o resultado medido pelo contato recebido, e não pelo clique.
O que é tráfego pago, e onde o Google Ads entra
Tráfego pago é a visita comprada: o anunciante paga a uma plataforma para exibir a mensagem a um público escolhido e recebe o visitante no site, no telefone ou no WhatsApp. O Google Ads é a plataforma em que essa compra acontece dentro da busca do Google, no momento em que a pessoa digita o que precisa, e é o assunto principal desta página.
Gerenciar tráfego pago é o trabalho que acontece depois de a campanha estar no ar: ler os termos que acionaram o anúncio, cortar o que não serve, ajustar lance e verba e conferir o contato que chegou. Campanha criada e deixada rodando sozinha continua gastando, e o painel continua mostrando cliques, com ou sem alguém olhando para eles.
Como o leilão do Google Ads decide quem aparece
A cada busca, o Google faz um leilão entre os anúncios que se qualificam para aquele termo. A posição não sai só do lance: a documentação do Google descreve a classificação do anúncio como o resultado do lance, da qualidade do anúncio e da página de destino, do contexto da busca e do efeito esperado dos recursos, como telefone e links extras. Lance maior, portanto, não compra o topo sozinho, e um anúncio mais relevante pode aparecer acima pagando menos.
O anunciante define um orçamento diário médio por campanha e, na Rede de Pesquisa, costuma pagar pelo clique. O valor cobrado por clique fica, em geral, abaixo do lance máximo, porque corresponde ao mínimo necessário para manter a posição conquistada. As regras de quanto o gasto pode oscilar num dia e no mês estão em quanto investir em Google Ads por mês.
Quais as vantagens
- Segmentação, o anúncio aparece para quem procura exatamente o que você vende, no momento em que a busca acontece.
- Controle de custo, você define quanto quer investir e ajusta a qualquer momento, sem contrato de mídia mínimo.
- Resultado mensurável: cada ligação e formulário configurado como conversão é contado, e o custo por contato aparece no painel de cada campanha.
- Complemento ao orgânico, o anúncio traz tráfego imediato enquanto o trabalho de SEO amadurece ao longo dos meses.
Como conduzimos a conta
-
Criação de campanhas e anúncios
Estrutura de campanhas, grupos de anúncios e textos alinhados ao que o seu público procura.
-
Otimização constante
Ajuste contínuo de lances, palavras-chave e criativos conforme o desempenho real das campanhas.
-
Acompanhamento de conversões
Configuração e leitura das conversões, para saber quanto cada real investido devolveu em resultado.
Trabalha junto com
Vamos conversar
Marque uma reunião e vamos trabalhar juntos para a evolução do seu negócio.
Como uma conta de Google Ads é montada por dentro
A conta não é uma caixa única. Ela se divide em campanhas, e é na campanha que ficam as decisões que mais pesam: qual rede vai rodar, quanto se gasta por dia e qual área geográfica recebe o anúncio. Dentro de cada campanha ficam os grupos de anúncios, que juntam palavras-chave de mesma intenção e os textos que respondem a elas. Quando tudo é jogado num grupo só, o orçamento vira uma média: o serviço que mais interessa divide verba com o que interessa menos, e não há como cortar um sem cortar o outro.
A segmentação geográfica é uma decisão de campanha, não um detalhe de configuração. Anunciar para todo o Distrito Federal e para o Entorno faz sentido para quem entrega em qualquer lugar; quem atende presencialmente costuma preferir concentrar a verba no raio em que o cliente aceita se deslocar, e essa escolha muda o custo por contato antes de qualquer ajuste de lance. A Criattus é Google Partner e mantém escritório em Águas Claras, Brasília; no portfólio, a gestão de mídia aparece em projetos como o da MHI Sistemas, com marketing digital, SEO e Google Ads.
Palavra-chave negativa é o que segura o custo
Palavra-chave não é o que o usuário digitou: é o que você comprou. Nos tipos de concordância mais abertos, o Google aproxima buscas parecidas e a conta acaba pagando por termos que ninguém escolheu. O relatório de termos de pesquisa mostra o que realmente foi digitado, e cada termo irrelevante que aparece ali vira uma palavra-chave negativa, uma exclusão que impede o anúncio de aparecer de novo naquela busca. É a rotina mais silenciosa do gerenciamento e a que mais mexe no custo por clique útil.
Vale olhar com atenção as buscas de estudo e de carreira, que se colam a quase qualquer termo de serviço, e as buscas de quem procura conteúdo em vez de fornecedor. Sem lista de negativas, elas consomem verba todo dia e ainda contaminam o aprendizado das campanhas com lance automático, que passam a perseguir esse tipo de visitante.
- Termos de estudo e carreira: concurso, edital, apostila, salário, estágio, faculdade.
- Termos de conteúdo, não de compra: o que é, como fazer, modelo, exemplo, PDF, grátis.
- Termos de outro serviço da mesma área, que puxam o clique errado dentro do próprio nicho.
- Termos de gratuidade e assistência pública, quando a oferta anunciada é de atendimento particular.
O anúncio de pesquisa por dentro: 15 títulos, 4 descrições e os recursos em volta
O anúncio de texto da Rede de Pesquisa hoje é responsivo: o anunciante escreve até 15 títulos de até 30 caracteres e até 4 descrições de até 90, e o Google combina essas peças a cada exibição, conforme a busca e o aparelho. Isso muda o jeito de escrever. Cada título precisa fazer sentido sozinho e ao lado de qualquer outro, porque não há ordem garantida, e quinze variações do mesmo slogan desperdiçam as combinações que o sistema poderia testar.
Fixar um título numa posição garante que ele sempre apareça ali, e é o recurso certo para o que não pode faltar, como o nome do serviço ou uma informação exigida pela norma do conselho. A Ajuda do Google avisa o custo: cada peça fixada reduz as combinações possíveis para cada busca. Por isso se fixa o mínimo, e o restante fica livre para o teste.
Em volta do texto ficam os recursos, que ocupam mais espaço na página de resultados e dão ao anúncio mais de uma porta de entrada. Em conta de serviço local, os que mais trabalham são o telefone clicável, o endereço puxado do Perfil da Empresa no Google e os links extras para páginas específicas do site. Recurso não é enfeite: o efeito esperado dele entra no cálculo da classificação do anúncio.
- Títulos com o serviço, a região atendida e um diferencial que o cliente consiga conferir, sem repetir a mesma ideia com outras palavras
- Descrições que respondem à dúvida que trava a decisão, como forma de atendimento ou de contato
- Frases de destaque para fatos curtos, como atendimento com hora marcada ou estacionamento no local
- Um link extra para cada serviço com página própria, e nenhum apontando para a home
- Telefone exibido só no horário em que alguém atende
- Endereço vinculado ao Perfil da Empresa, com a mesma grafia do cadastro
- Formulário de lead dentro do anúncio, quando o site ainda não tem página à altura do termo
Índice de qualidade: o Google não cobra só pelo lance
A posição e o custo por clique não dependem apenas de quanto se oferece no leilão. A plataforma avalia também o quanto o anúncio responde à busca e a experiência da página que recebe o clique, e o índice de qualidade exibido no painel, por palavra-chave, é o diagnóstico que resume essa avaliação: dois anunciantes com o mesmo lance podem pagar valores diferentes pelo mesmo espaço. Mandar todo mundo para a home é o atalho que sai caro, a pessoa buscou um serviço específico, cai num menu com sete opções e volta para a busca.
Por isso campanha e destino são avaliados juntos. Uma página que repete o termo buscado, mostra o serviço e oferece uma ação clara sustenta custo menor pelo mesmo resultado, e carregamento lento no 4G derruba isso antes de a oferta aparecer. Quando o site não tem uma página à altura do termo anunciado, o destino pode ser construído à parte: veja criação de landing page.
Estratégia de lances: o que o lance automático precisa para acertar
O Google Ads oferece dois caminhos para o lance. No manual, o gestor define quanto aceita pagar por clique em cada palavra-chave. No automático, que o Google chama de lances inteligentes, o sistema ajusta o valor a cada leilão para perseguir um objetivo: maximizar conversões, atingir um custo por conversão desejado ou um retorno desejado sobre o investimento. Ele usa sinais que o painel não mostra, como aparelho, horário e localização de quem busca naquele instante, e por isso costuma ser a escolha quando há dado suficiente para aprender.
O ponto é justamente o dado. Lance automático aprende com as conversões registradas, e uma campanha nova, sem histórico de contato, obriga o sistema a adivinhar. O próprio painel indica quando a estratégia está em aprendizado, e a Ajuda do Google lista os motivos: estratégia nova ou reativada, mudança nas configurações dela, como a meta, e mudança de composição, quando campanhas, grupos ou palavras-chave entram ou saem. Mexer toda semana é a forma mais comum de impedir uma campanha de amadurecer.
Um detalhe confunde quem herda conta de outra pessoa: com lances inteligentes, o ajuste por aparelho deixa de funcionar como antes. Na estratégia de custo por conversão desejado, ele altera a meta daquele aparelho, e não o lance; em maximizar conversões e em retorno desejado, só vale o ajuste de menos 100%, que exclui o aparelho. Aumentar o lance no celular numa dessas campanhas é mexer num controle sem efeito.
- Conversões configuradas e conferidas antes de qualquer lance automático
- Na conta que ainda não registra contato, começo com lance manual ou com maximizar cliques e limite de custo por clique
- Troca para maximizar conversões quando a campanha passa a registrar contatos com regularidade
- Meta de custo por conversão só depois de conhecer o custo real, e não a partir de um número desejado
- Uma mudança de cada vez, com tempo para ler o efeito antes da próxima
Teste A/B com método: experimentos no lugar de trocar e torcer
A forma mais comum de testar em Google Ads é a menos confiável: mudar a campanha e comparar o mês seguinte com o anterior. Nesse intervalo mudam a sazonalidade, a concorrência e o próprio leilão, e não há como saber se o resultado veio da alteração. O Google Ads tem ferramenta feita para isso. O experimento personalizado cria uma versão da campanha com a mudança em teste e divide o tráfego e a verba entre as duas no mesmo período.
Na Rede de Pesquisa, a divisão pode ser por cookie, em que cada pessoa vê só uma das versões, que é a opção recomendada, ou por busca, em que a divisão acontece a cada pesquisa e o resultado pode sair mais depressa. A própria Ajuda sugere dividir meio a meio para a comparação mais limpa. O painel sinaliza quando a diferença entre as versões tem significância estatística, e é esse sinal, e não a impressão da primeira semana, que autoriza aplicar a mudança.
Vale testar assim as decisões caras de desfazer: troca de estratégia de lance, nova página de destino, correspondência mais aberta. Texto de anúncio dispensa experimento, porque o anúncio responsivo já alterna as combinações e o painel avalia o desempenho de cada título e descrição.
Pesquisa, Display e remarketing entram em momentos diferentes
A Rede de Pesquisa atende demanda declarada: alguém digitou o que precisa e o anúncio responde. É onde quase toda conta de serviço deveria começar, porque a intenção já existe e só se disputa a resposta. A Rede de Display trabalha na direção oposta: o anúncio aparece para quem está lendo outra coisa, sem ter pedido nada. Por isso serve a reconhecimento de marca e a reencontrar quem já visitou o site, e desperdiça verba quando é ligada esperando pedido de orçamento no primeiro contato.
O remarketing fica entre os dois: só existe depois que o site acumulou visitantes suficientes para formar público. Quem liga uma campanha de remarketing no primeiro dia costuma ver a campanha sem entrega, porque não há a quem mostrar. E público não é eterno: a lista tem duração configurável, e uma janela longa demais faz o anúncio perseguir quem já resolveu o assunto em outro lugar.
Rede de Display na prática: peças, posicionamentos e o que excluir
O anúncio de Display mais usado hoje também é responsivo. O anunciante envia os ingredientes e o Google monta a peça no formato de cada espaço: até 5 títulos curtos de 30 caracteres, um título longo de até 90, até 5 descrições, imagens nas proporções 1,91:1 e 1:1 e logotipo em 1:1 ou 4:1. Como a montagem é automática, a imagem precisa funcionar cortada, pequena e ao lado de qualquer um dos títulos, e texto importante escrito dentro dela tende a ficar ilegível no espaço menor.
O que mais separa verba bem gasta de verba perdida na Display é onde o anúncio aparece. O relatório de posicionamentos mostra os sites, aplicativos e canais em que a campanha foi exibida, e é ali que surgem os lugares sem nenhuma relação com o público. Cada um deles vira exclusão, do mesmo jeito que o termo irrelevante vira palavra-chave negativa na Pesquisa.
Na Display, o clique também vale menos como sinal. Anúncio exibido em aplicativo recebe toque acidental, e taxa de clique alta com visita que dura um segundo é o retrato desse tráfego. Por isso a campanha de Display se julga pelo papel que cumpre, lembrança de marca ou retorno de quem já visitou o site, e não pelo clique barato.
- Exclusão de aplicativos, sites e categorias de conteúdo sem relação com o público
- Revisão periódica do relatório de onde os anúncios foram exibidos
- Imagens sem informação essencial embutida, conferidas em tamanho pequeno
- Região e horário coerentes com a campanha de Pesquisa da mesma conta
- Conversão lida com cuidado, separando visita de contato real
Remarketing e categorias sensíveis: o que a política do Google não deixa fazer
Remarketing é mostrar anúncio a quem já visitou o site, e ele depende de mais do que a tag instalada. A política de publicidade personalizada do Google exige que o site informe ao visitante o uso de dados para anúncios, e a LGPD pede base legal e transparência sobre esse tratamento. Site cuja política de privacidade não menciona isso não deveria estar alimentando lista de público.
A segunda condição é a categoria do que se anuncia. Saúde está entre as categorias de interesse sensível dessa política, e anunciante que promove produto ou serviço enquadrado nelas não pode usar públicos selecionados por ele mesmo: segmentos de dados próprios, que é o nome atual do remarketing, listas de clientes e expansão de público. Em clínica, consultório e laboratório, isso pode derrubar a estratégia de reencontrar o visitante antes de ela começar, e é melhor descobrir no planejamento do que na reprovação.
Nesses casos o peso passa para a Rede de Pesquisa, em que o anúncio responde à busca e não ao histórico da pessoa, e para a página de destino, que precisa converter logo na primeira visita. A norma do conselho continua valendo por cima da política da plataforma, e o recorte de cada profissão está em marketing para clínicas e médicos e em marketing para dentistas.
Público na Rede de Pesquisa: observar antes de restringir
Na campanha de pesquisa, a palavra-chave continua sendo a segmentação principal, mas dá para acrescentar públicos: quem já visitou o site, listas de clientes, faixas de idade, segmentos de interesse e de mercado. Cada público pode entrar de dois jeitos, e a diferença é grande. Em segmentação, o anúncio passa a aparecer só para aquele público, e o alcance encolhe. Em observação, ninguém é excluído: o público apenas ganha uma linha própria no relatório.
A Ajuda do Google recomenda observação para as campanhas de pesquisa, e a razão é prática. Restringir por público antes de conhecer o desempenho corta buscas de gente com intenção declarada só porque ela não se encaixa num perfil suposto. Observando primeiro, a conta descobre com dado se quem já visitou o site converte melhor ou se uma faixa etária responde pior, e só então decide. Com lances inteligentes, os públicos próprios em observação ainda servem de sinal para o sistema.
Os limites da seção anterior continuam valendo: em categoria sensível, como saúde, listas e segmentos próprios ficam indisponíveis, e lista de clientes só pode ser usada com base legal para o tratamento daqueles dados.
Horário e aparelho: anunciar quando alguém consegue atender
A programação de anúncios define em que dias e horários a campanha pode aparecer. Para quem vende por telefone ou WhatsApp, é uma decisão comercial antes de ser técnica: anúncio que gera ligação às 21h num escritório que fecha às 18h compra um contato que ninguém atende, e que no dia seguinte já conversou com outro fornecedor.
O telefone do anúncio tem programação própria, e vale alinhá-lo ao horário real de atendimento, mantendo o anúncio de texto no ar fora dele para quem prefere deixar mensagem pelo site. Depois de algumas semanas de dado, o relatório por dia da semana e hora mostra onde o custo por contato é mais alto, e é essa leitura, e não um palpite sobre quando o cliente busca, que justifica reduzir ou cortar uma faixa.
Aparelho segue a mesma lógica. No celular, o toque para ligar está a um dedo de distância; no computador, o caminho natural costuma ser o formulário. A campanha não precisa tratar os dois do mesmo jeito, e a página de destino precisa funcionar bem nos dois, com o botão de contato à mão na tela pequena.
Sem conversão medida, o relatório vira contagem de clique
Clique não é resultado. Resultado é ligação recebida, formulário enviado, conversa iniciada no WhatsApp, orçamento pedido. Cada uma dessas ações precisa de uma tag de conversão configurada, senão o painel mostra tráfego e nada mais. Isso deixou de ser assunto de relatório: as campanhas com lance automático aprendem pelo que você mandou medir, então uma conta que registra apenas visualização de página ensina o Google a buscar quem visita e vai embora.
O erro inverso é marcar tudo como conversão. Se rolar a página, abrir o mapa e clicar no menu contam igual à ligação, o número fica bonito e a decisão fica cega. O caminho é separar contato real de sinal intermediário e acompanhar o custo por contato, não o custo por clique, em serviço vendido por telefone, o toque no número costuma ser a conversão que mais importa.
Ligação, WhatsApp e formulário: cada contato se mede de um jeito
Configurar conversão não é marcar uma caixa. Cada tipo de contato deixa um rastro diferente, e a conta precisa ler cada um do jeito certo. A ligação feita pelo telefone exibido no anúncio pode contar como conversão quando dura mais que um tempo mínimo definido pelo anunciante, o que separa a conversa real do engano que desliga em segundos. O toque no número dentro do site é outra conversão, e ela registra a intenção de ligar, não a ligação completada.
No WhatsApp o limite é parecido: o que se mede é o clique que abre a conversa, e não a conversa que aconteceu depois. Formulário se mede pelo envio confirmado, e não pela visita à página em que ele está. Neste site, o pedido de orçamento só segue para o WhatsApp depois de validado e enviado por e-mail à equipe, com a página de origem anexada.
Há ainda a configuração de contagem, que muda o número sem mudar a realidade. A Ajuda do Google recomenda contar uma conversão por clique na geração de leads, porque o segundo formulário da mesma pessoa não é um segundo cliente, e contar todas nas vendas, em que cada compra tem valor próprio. Conta de serviço configurada como loja infla o relatório e ensina o lance automático a perseguir repetição.
Do contato à venda: devolver para a conta o que o comercial fechou
A conversão que a conta mede termina no contato: a ligação, o formulário, a conversa aberta. O que acontece depois fica fora do painel, e isso tem custo escondido. Duas campanhas com o mesmo custo por contato podem trazer clientes muito diferentes, uma com pedidos que fecham e outra com quem só pergunta preço, e o lance automático, sem saber disso, investe igual nas duas.
O Google Ads permite importar conversões off-line, o registro de que um contato vindo do anúncio virou proposta ou venda. O caminho mais comum é guardar, junto com o contato, o identificador de clique que o Google acrescenta ao endereço da página, e depois enviar à conta a lista dos que fecharam. Outro caminho usa o e-mail ou o telefone informados no formulário, enviados codificados com hash, nas conversões otimizadas para leads. Os dois dependem de uma rotina simples do lado da empresa: marcar, no CRM ou numa planilha, quais contatos viraram negócio.
Com esse retorno, a conta deixa de otimizar para quem pede orçamento e passa a otimizar para quem compra, e a leitura de qual termo merece verba muda de figura. Os dados pessoais usados no cruzamento precisam constar da política de privacidade e ter base na LGPD. Quando o contato chega e não fecha por causa do atendimento, e não da campanha, o diagnóstico está em por que o contato chegou e não virou venda.
A própria marca e a marca do concorrente no leilão
Anunciar para o próprio nome parece dinheiro jogado fora, porque quem digita a marca já procura a empresa. Só que o resultado orgânico da marca pode aparecer abaixo de anúncios de concorrentes, de diretórios e de sites de avaliação. A campanha de marca, que costuma custar pouco por clique porque o anúncio é o mais relevante possível para aquela busca, ocupa o topo e leva direto à página certa. O relatório de insights do leilão mostra quem mais aparece nas suas buscas de marca e com que frequência.
O caminho contrário tem risco jurídico no Brasil. Em 2024, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação do Google por vender a marca de uma empresa como palavra-chave a um concorrente, e registrou que usar a marca alheia para direcionar o consumidor ao link do concorrente é meio fraudulento de desvio de clientela (REsp 2.096.417). O tema ainda gera debate, e usar o nome de terceiro numa campanha é decisão jurídica antes de ser de marketing.
Quando é o concorrente que compra a sua marca, o primeiro passo é documentar: captura da busca com o anúncio aparecendo, data e termo pesquisado. Marca registrada no INPI fortalece qualquer medida, e o Google mantém formulário próprio para reclamação de uso de marca no texto de anúncio. O que fazer a partir daí é conversa para advogado.
Anúncio reprovado, verificação de anunciante e a Central de Transparência
Todo anúncio passa por revisão, e o status fica no painel: aprovado, aprovado com limitação ou reprovado. Os motivos mais frequentes em conta de serviço não são exóticos: página de destino que não abre ou que o robô de revisão não consegue acessar, formatação fora da regra editorial, como excesso de maiúsculas e símbolos, uso de marca de terceiro e assunto de categoria restrita, como saúde. Anúncio reprovado se corrige e volta para análise, e o motivo apontado no painel diz por onde começar.
O Google também mantém um programa de verificação de anunciante, em que a empresa comprova identidade, nome legal e endereço com documentação oficial. Com a verificação concluída, o nome e a localização informados aparecem na divulgação dos anúncios e na Central de Transparência de Anúncios, com selo de verificado. Quem quer saber quem está por trás de um anúncio vê ali o nome declarado, e vale que ele seja o mesmo da fachada, do site e do Perfil da Empresa.
A Central de Transparência é aberta a qualquer pessoa. Nela dá para buscar um anunciante pelo nome e ver os anúncios que ele veiculou, o que torna concreta a pesquisa de concorrência antes de começar: que serviços os concorrentes do seu recorte anunciam e com que texto. Ela não mostra quanto eles gastam nem como os anúncios performam.
O que muda quando a busca responde antes do clique
A página de resultados deixou de ser uma lista de links. Hoje ela abre com resposta gerada, com bloco de perguntas relacionadas e com o pacote local, e o primeiro resultado azul pode estar bem abaixo da primeira tela. Isso muda a conta de quem anuncia, e quem não refaz a conta fica com a impressão de que o custo subiu sem motivo.
O efeito prático é que consulta puramente informativa converte menos em clique do que convertia, porque a resposta já foi dada ali. Em compensação, a consulta com intenção de contratar continua gerando clique, e passa a valer proporcionalmente mais. Campanha desenhada com a distribuição antiga de palavras acaba pagando por volume que não resulta em nada.
A resposta não é abandonar a busca, é redistribuir. Concentrar lance onde há intenção comercial declarada, tratar a consulta informativa por conteúdo próprio em vez de anúncio, e medir contato gerado em vez de clique. Quem mede clique nesse cenário vai concluir que a busca piorou; quem mede contato costuma concluir o contrário.
Para quem está montando a operação do zero e não sabe por onde começar, o caminho inteiro está em como conseguir clientes pela internet, com um roteiro de noventa dias e os cinco erros que fazem o investimento render menos.
Quando tráfego pago não é a resposta
Google Ads resolve um problema específico: existe gente buscando e você não aparece. Quando não há busca pelo que se vende, o anúncio não cria a demanda, compra cliques. Também não adianta ligar campanha quando o gargalo está depois do clique: WhatsApp que ninguém responde no mesmo dia, telefone que cai na caixa postal, orçamento que demora a sair. A verba entra, o contato chega e morre na recepção.
Há ainda o caso típico da capital federal: quem vende para órgão público, autarquia ou conselho de classe não é escolhido por anúncio, e sim por processo formal de compra. Para esse público o site funciona como prova de existência e de capacidade técnica, não como captação por clique. Dizer isso antes de começar é parte do trabalho: é mais barato descobrir na reunião do que no extrato.
- Não há busca declarada pelo produto ou serviço.
- O atendimento não dá conta do contato que já chega hoje.
- A venda acontece por licitação, credenciamento ou processo formal de compra.
- O site ou a página de destino não sustenta o clique pago.
O que cobrar de quem gerencia a sua conta
Gestão de Google Ads é serviço contínuo e, visto de fora, pouco visível: o anúncio continua no ar com ou sem trabalho por trás. A forma de enxergar é pedir o registro das decisões. O próprio painel guarda um histórico de alterações, com o que mudou, quando e por qual usuário, e ele responde em minutos se a conta foi mexida no último mês.
Relatório bom não é o que tem mais gráfico. É o que diz o que foi feito, por que foi feito e o que aconteceu com o custo por contato depois. Um mês com impressões em alta e contatos em queda pede explicação, e não uma página a mais de métricas.
- Acesso de administrador à conta, que deve estar no CNPJ da sua empresa
- Quais ações contam como conversão, e se cada uma representa contato real
- Quantos termos foram negativados no período, com exemplos
- O que mudou em lance, verba e estrutura, com a data de cada mudança
- Custo por contato de cada campanha, e não só custo por clique
- Qual hipótese será testada no próximo ciclo, e como o resultado vai ser lido
Acesso à conta: os níveis de permissão e o vínculo com a agência
Contratar gestão não exige entregar a conta. O Google Ads tem cinco níveis de acesso por usuário: administrador, que controla quem entra e pode desvincular contas de gerenciamento; padrão, que edita campanhas; somente leitura, que vê campanhas, faturamento e relatórios sem alterar nada; faturamento, que cuida dos pagamentos; e somente e-mail, que recebe notificações e relatórios.
O desenho que protege o anunciante é simples. A conta nasce no CNPJ da empresa, com alguém de dentro como administrador, e a agência entra pelo vínculo com a conta de gerenciamento dela ou como usuária com o nível necessário para trabalhar. Se o contrato terminar, o dono remove o vínculo e continua com as campanhas, o histórico, a lista de negativas e as conversões configuradas, sem depender de ninguém.
O cenário que dá problema é o contrário: conta criada no e-mail pessoal de um ex-funcionário ou em nome da agência anterior. Recuperar esse acesso depende de quem o detém, e às vezes a única saída é começar outra conta do zero. Vale conferir hoje quem é administrador da sua, antes que isso vire urgência.
Índice de otimização: por que 100% não é a meta
O painel exibe em destaque um índice de otimização de 0 a 100%. A Ajuda do Google o define como uma estimativa de quão bem a conta está configurada para performar, e ele sobe conforme as recomendações da plataforma são aplicadas ou dispensadas. Não é medida de resultado: não diz quantos contatos a conta trouxe nem quanto cada um custou.
Boa parte das recomendações faz sentido. Outras empurram decisões que não cabem em toda conta, como abrir a correspondência das palavras-chave, aumentar o orçamento ou trocar para uma estratégia de lance sem conversões suficientes para sustentá-la. Como o índice chega a 100% tanto aplicando quanto dispensando, o trabalho está na leitura de cada recomendação, e não no número.
Para a agência, o índice pesa de outro jeito. O programa Google Partner exige, entre outros critérios, índice de otimização mínimo de 70% na conta de gerenciamento registrada, gasto de 10 mil dólares em 90 dias nas contas gerenciadas e metade dos estrategistas certificados em Google Ads. A Criattus é Google Partner, e o selo atesta esses critérios; ele não diz nada sobre o resultado de uma conta específica, e é assim que deve ser lido em qualquer agência.
As métricas do relatório de Google Ads, em uma frase cada
Relatório só serve a quem consegue lê-lo. Estes são os nomes e as siglas que aparecem em qualquer conta, com o que cada um responde e o cuidado que pede.
- Impressões: quantas vezes o anúncio foi exibido. Sobe com facilidade e, sozinho, não diz nada sobre contato.
- CTR, taxa de cliques: a fração das exibições que virou clique. Mostra se o anúncio chama a atenção de quem fez aquela busca.
- CPC, custo por clique: quanto se pagou, em média, por clique. Clique barato não é bom se não vira contato.
- Conversões: as ações configuradas como resultado, como ligação, formulário e clique no WhatsApp. Valem exatamente o que vale a configuração.
- Taxa de conversão: a fração dos cliques que virou conversão. Cai quando a página de destino não sustenta a promessa do anúncio.
- CPA, custo por aquisição: quanto custou, em média, cada conversão. É o número que conversa com o caixa da empresa.
- ROAS, retorno sobre o investimento em anúncios: o valor de venda gerado para cada real de mídia. Só existe quando a conta conhece o valor da venda.
- Parcela de impressões: a fração das exibições possíveis que o anúncio conseguiu. As perdas por orçamento e por classificação estão explicadas em quanto investir em Google Ads por mês.
- Índice de qualidade: nota de 1 a 10 por palavra-chave, formada pela taxa de clique esperada, pela relevância do anúncio e pela experiência na página. O Google a descreve como ferramenta de diagnóstico, e não como dado usado no leilão.
O que a gente precisa saber antes de dimensionar o gerenciamento
Duas contas com a mesma verba mensal podem dar trabalhos de tamanhos completamente diferentes: o que dimensiona o gerenciamento é a complexidade da operação, não o valor investido em mídia. Estas são as perguntas que abrem a conversa: vale chegar à reunião com elas respondidas, porque cada uma muda o desenho da conta.
- Quantos serviços ou produtos precisam de campanha própria, e qual deles é prioridade?
- A conta anuncia para uma região, para o Distrito Federal inteiro ou para outros estados?
- As conversões já estão configuradas ou o site ainda não mede contato nenhum?
- Existe página de destino à altura de cada termo anunciado, ou será preciso construir uma?
- A conta é nova ou já existe histórico para auditar antes de mexer?
- Além da Rede de Pesquisa, entram Display e remarketing na operação?
Dúvidas frequentes
Existe um valor mínimo de investimento em mídia?
A plataforma não exige mínimo, mas o leilão exige. O que define a verba diária é o custo por clique da sua área e quantos cliques por dia são necessários para haver o que analisar: uma conta com pouquíssimos cliques diários demora a acumular dado suficiente para otimizar com segurança. Setores mais disputados exigem verba maior para gerar o mesmo número de cliques, e isso é definido pelo próprio leilão, não pela agência.
Preciso de uma agência de Google Ads ou dá para gerenciar por conta própria?
Dá para gerenciar sozinho, e muita empresa começa assim. O que costuma custar caro é o que não aparece no painel: campanha que roda em correspondência ampla sem lista de negativas, orçamento repartido entre termos de intenção diferente, e conversão contada errada, telefone que toca sem registro, formulário que dispara duas vezes. Uma agência Google Partner cumpre requisitos de desempenho, investimento e certificação conferidos pelo Google, e a diferença aparece menos no anúncio e mais na estrutura da conta e na página que recebe o clique. Em que tamanho de operação seguir sozinho continua sendo a escolha certa, e onde ela deixa de ser, está em como anunciar no Google.
Já tentei anunciar sozinho e só gastei. O que costuma estar errado?
Quase sempre os mesmos quatro pontos: concordância ampla sem lista de palavras-chave negativas, tudo dentro de uma campanha só, nenhuma conversão configurada e o clique caindo na home do site. Nessa combinação a verba sai, o relatório mostra cliques e não há como saber qual termo trouxe contato. O primeiro trabalho numa conta assim é separar campanhas, medir e cortar termo desperdiçado.
Vocês assumem uma conta de Google Ads que já existe?
Sim, e nesse caso o começo é uma leitura da conta antes de qualquer mudança: como as campanhas estão divididas, o que o relatório de termos de pesquisa vem trazendo, quais conversões estão configuradas e se elas medem contato real. Conta com histórico tem valor, então a preferência é corrigir a estrutura existente em vez de recomeçar do zero e jogar o aprendizado fora.
Quem fica com a conta de Google Ads e com o histórico dela?
A conta deve ficar no CNPJ do anunciante, com a agência trabalhando por acesso compartilhado. Isso importa porque o histórico de desempenho mora na conta: encerrar um contrato e recomeçar numa conta nova joga fora o aprendizado acumulado e a lista de negativas construída. Vale confirmar essa titularidade antes de contratar qualquer gestor.
Meu segmento é regulado. Muda alguma coisa na conta de Ads?
Muda o que pode ser dito no anúncio e na página de destino, e quem define isso é o conselho da categoria. A Criattus trabalha com esses nichos e trata o assunto em páginas próprias: marketing para advogados, marketing para clínicas e médicos e marketing para dentistas.
Se eu parar de anunciar, perco tudo?
O tráfego pago para no dia em que a verba para: é essa a natureza do leilão. O que permanece é o que foi construído em volta da conta: a lista de palavras-chave negativas, os públicos formados, as conversões configuradas e a página de destino, tudo pronto para quando as campanhas voltarem a rodar.
Vocês trabalham com anúncios dentro do ChatGPT?
Sim, como frente adicional. A OpenAI começou a exibir anúncios no ChatGPT no Brasil em agosto de 2026, e o gerenciador de autoatendimento aparece como disponível para empresas brasileiras, e o canal ainda não tem o histórico que o Google Ads tem, a entrega não é por palavra-chave exata, e sim pelo contexto da conversa e pelas dicas de contexto que o anunciante escreve. Explicamos como funciona e em que situação vale na página de anúncios no ChatGPT. Para a maioria das contas, o caminho é manter o Google Ads medido funcionando e entrar no novo com verba de teste.
Posso usar o nome do concorrente como palavra-chave no Google Ads?
A plataforma pode até aceitar, mas o risco é jurídico. Em 2024 o STJ manteve a condenação do Google por vender a marca de uma empresa como palavra-chave a um concorrente do mesmo ramo, tratando o uso como desvio de clientela (REsp 2.096.417). Por isso não recomendamos, e a decisão de usar nome de terceiro deve passar por um advogado antes de ir para a campanha.
Vale anunciar para o nome da minha própria empresa?
Costuma valer, e por pouco dinheiro. Quem digita a marca quer a empresa, mas pode encontrar antes o anúncio de um concorrente, um diretório ou um site de avaliação. A campanha de marca tende a ter custo por clique baixo, porque o anúncio é o mais relevante possível para aquela busca, e leva a pessoa direto à página certa. O relatório de insights do leilão mostra se alguém mais disputa o seu nome.
Por que meu anúncio aparece com os títulos numa ordem que eu não escolhi?
Porque o anúncio de pesquisa é responsivo: você escreve até 15 títulos e 4 descrições, e o Google monta a combinação a cada exibição. Por isso cada título precisa fazer sentido em qualquer posição. Quando uma informação não pode faltar, dá para fixá-la numa posição, sabendo que cada peça fixada reduz as combinações que o sistema consegue testar.
Clínica pode fazer remarketing no Google Ads?
Muitas vezes, não. Saúde está entre as categorias sensíveis da política de publicidade personalizada do Google, e quem anuncia serviço enquadrado nela perde o uso de segmentos de dados próprios, o antigo remarketing, e de listas de clientes. A estratégia passa a depender da Rede de Pesquisa e de uma página que converta na primeira visita, sempre dentro da norma do conselho.
Lance automático é melhor que lance manual?
Quando a conta registra conversões com regularidade, o lance automático costuma render mais, porque ajusta o valor a cada leilão com sinais que o gestor não enxerga. Sem conversão medida, ele não tem com o que aprender. Por isso a ordem é medir primeiro, começar com uma estratégia que aceite pouco dado e trocar quando o histórico de contatos existir.
Como sei o que foi alterado na minha conta de Google Ads?
Pelo histórico de alterações do próprio painel, que registra o que mudou, quando e por qual usuário. Para ver, a conta precisa estar no seu CNPJ e você precisa ter acesso a ela. Vale abrir de vez em quando e comparar com o que o relatório da agência diz que foi feito.
Clique no WhatsApp pode ser contado como conversão?
Pode, desde que se saiba o que ele mede: o toque que abre a conversa, e não a conversa. Por isso vale comparar, de tempos em tempos, os cliques registrados na conta com as conversas que realmente chegaram ao atendimento. Diferença grande costuma indicar toque acidental ou conversa aberta e abandonada antes da primeira mensagem.
Dá para ver os anúncios que meus concorrentes estão veiculando?
Dá, na Central de Transparência de Anúncios do Google, aberta a qualquer pessoa. Buscando o anunciante pelo nome, aparecem os anúncios que ele veiculou, o que mostra quais serviços os concorrentes priorizam e com que texto. Não aparecem o valor investido nem o desempenho dos anúncios.
Qual a diferença entre a Rede de Pesquisa e a Rede de Display do Google?
Na Rede de Pesquisa, o anúncio aparece para quem digitou um termo no Google, então responde a uma necessidade já declarada, e costuma ser por onde conta de serviço começa. Na Rede de Display, o anúncio aparece em sites, aplicativos e vídeos enquanto a pessoa faz outra coisa, e serve melhor para lembrança de marca e para reencontrar quem já visitou o site. As duas se medem de jeitos diferentes, e misturá-las na mesma campanha embaralha a leitura.
Preciso passar minha conta para o nome da agência para ela trabalhar?
Não, e é melhor que não passe. A conta deve ficar no CNPJ da sua empresa, com alguém de dentro como administrador, e a agência recebe acesso pelo vínculo com a conta de gerenciamento dela ou como usuária com permissão padrão. Assim, se o contrato acabar, basta remover o acesso, e campanhas, histórico e conversões continuam com você.
Preciso aplicar todas as recomendações que o Google Ads mostra?
Não. O índice de otimização chega a 100% tanto aplicando quanto dispensando recomendações, e ele mede o quanto a conta segue as sugestões da plataforma, não quantos contatos ela gera. Algumas recomendações ajudam; outras, como abrir a correspondência das palavras-chave ou aumentar o orçamento, dependem do momento da conta. Cada uma merece leitura antes de ser aceita.
Anúncio reprovado prejudica a conta de Google Ads?
Na maioria dos casos, não: o anúncio reprovado por formatação, página fora do ar ou texto fora da regra só deixa de rodar até ser corrigido. O cuidado é com violações repetidas de certas políticas, que entram num sistema de advertências. A primeira violação não gera advertência; a partir daí, a primeira e a segunda advertência colocam a conta em bloqueio temporário, sem veicular anúncios, por três e sete dias, e a terceira leva à suspensão. Violação grave, como fraude, suspende a conta de imediato, sem aviso prévio.
Quanto tempo o Google leva para aprovar um anúncio?
Segundo a Ajuda do Google Ads, a maior parte dos anúncios é revisada em até um dia útil, e alguns levam mais tempo quando pedem análise mais complexa, o que é comum em assunto de categoria restrita, como saúde. Por isso campanha com data marcada, como a de um evento ou de uma promoção, deve ser enviada para revisão com folga, e não na véspera.
Vamos começar
Marque uma reunião e vamos trabalhar juntos para a evolução do seu negócio.
Responda sete perguntas e a conversa começa no seu WhatsApp com o contexto já escrito.