Manutenção e suporte
Administração e Manutenção de Sites em Brasília
Oferecemos suporte necessário para manter seu site/sistema sempre atualizado.
Visão geral
Um site não termina no dia em que entra no ar. Plataforma, plugins e servidor recebem atualizações constantes, e cada uma delas pode abrir uma falha de segurança ou derrubar uma página. A administração web é o trabalho contínuo que mantém tudo funcionando enquanto você cuida do seu negócio.
A Criattus acompanha o seu site de forma preventiva: agimos antes que o problema apareça para o visitante. Isso protege o investimento feito na criação do site e preserva o posicionamento que você conquistou no Google, porque instabilidade e lentidão derrubam ranqueamento.
O que fazemos no seu site
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Administração e manutenção preventiva
Acompanhamento contínuo do website, com correções aplicadas antes que virem problema para quem acessa.
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Monitoramento de segurança
Análise e otimização de desempenho, com verificação constante de vulnerabilidades e tentativas de invasão.
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Backup e atualizações de plataforma
Gerenciamento de backup e atualização do WordPress, temas e plugins, sempre testados antes de ir ao ar.
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Atualizações de conteúdo
Alterações de texto, imagens e páginas conforme demanda, sem que você precise mexer no painel.
Por que não deixar para depois
- Invasões são automatizadas, sites desatualizados são o alvo mais comum de varreduras que testam falhas conhecidas em massa, sem escolher a vítima.
- Campanha paga não espera, um site fora do ar interrompe as conversões do Google Ads, mas os cliques continuam sendo cobrados.
- Desempenho é ranqueamento, queda de velocidade afeta diretamente a posição orgânica que você levou meses para construir.
- Recuperar custa mais: devolver um site invadido ao ar sai mais caro, e mais demorado, do que mantê-lo protegido.
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O que quebra num site que ninguém abre há um ano
Site raramente para de funcionar de uma vez. Ele vai perdendo pedaço em silêncio, e o dono costuma descobrir pela via mais cara: um cliente avisando que mandou mensagem pelo formulário e nunca teve resposta. Nada disso aparece como aviso no painel: aparece primeiro para quem estava a um passo de virar cliente.
- Plugin desatualizado: cada plugin é código de terceiro rodando dentro do seu site. Quando o autor corrige uma falha, ele publica junto a descrição do que estava errado; quem não aplica a correção fica com uma brecha que passou a ser pública e documentada.
- Formulário que parou de enviar: uma atualização no plugin de contato, uma troca no e-mail de destino ou um endurecimento da política antispam do provedor faz a mensagem sumir sem nenhum erro na tela. O visitante acredita que enviou; a empresa acredita que ninguém procurou.
- Versão de PHP fora de suporte: o servidor avança a linguagem, o tema antigo não acompanha, e páginas inteiras passam a devolver erro em vez de conteúdo.
- Tema ou plugin abandonado pelo autor: deixa de receber correção, e a única saída passa a ser substituir a peça, o que fica mais trabalhoso quanto mais tempo se espera.
- Backup inexistente: a ausência só é descoberta no dia em que ele seria a única saída.
- Conteúdo que envelheceu: telefone que não atende mais, endereço antigo, profissional que saiu e continua na página da equipe.
Manutenção contínua e chamado avulso não resolvem o mesmo problema
Suporte sob demanda é reativo: você aciona quando alguma coisa já quebrou, e o diagnóstico começa do zero, porque quem vai atender não acompanhou o que mudou no site nos últimos meses. Boa parte do tempo gasto num chamado avulso é reconstruir contexto: descobrir qual plugin foi instalado, por quem, e o que já tinha dado problema antes.
A administração web funciona no sentido inverso. Quem aplica a atualização é quem conhece a lista de plugins daquele site, sabe qual deles é sensível, testa antes de publicar e tem a cópia da véspera à mão se o teste der errado. É um serviço recorrente por natureza: o que ele acumula é histórico. O site da Denise Ramos, por exemplo, foi criado pela Criattus e desde então segue sob a administração da mesma equipe: é esse histórico que faz uma atualização de rotina ser rotina, e não uma aposta.
Backup só vale pelo dia em que você precisa restaurar
Muito site tem uma cópia guardada dentro da própria conta onde ele roda, e isso passa uma sensação de segurança que não se confirma na hora do aperto. O ponto do backup é sobreviver ao evento que derruba o original, e uma exclusão acidental, uma invasão que cifra arquivos ou uma falha de disco levam junto tudo o que estiver no mesmo lugar, inclusive a cópia.
Três detalhes separam um backup útil de um arquivo que existe só no contrato. Ele precisa ficar fora do servidor do site; precisa guardar mais de uma data, porque um site comprometido pode passar dias assim sem ninguém notar e a cópia de ontem já viria contaminada; e precisa incluir o banco de dados, não só os arquivos, porque é no banco que estão as páginas, os textos, os pedidos da loja e os registros dos formulários. Some-se a isso o único teste que importa: restauração que nunca foi feita não é um plano, é uma suposição.
Antes de consertar, é preciso saber em que camada quebrou
"O site caiu" descreve o sintoma, não a causa. Dentro da aplicação, os motivos mais comuns são os de baixo, e nenhum deles se resolve pelo painel por quem não sabe o que mudou por último.
Quando a origem está abaixo da aplicação: servidor, domínio, DNS ou certificado, o assunto é outro e está tratado na página de hospedagem de sites.
- Erro fatal logo depois de uma atualização, quando duas peças param de conversar entre si e a tela em branco aparece no lugar do site.
- Conflito entre plugins que fazem a mesma coisa, instalados em momentos diferentes por pessoas diferentes.
- Banco de dados indisponível ou corrompido: a estrutura carrega, o conteúdo não.
- Consumo anormal de recursos, seja por ataque, seja por um plugin mal comportado gerando processo sem parar.
- Código injetado: o site abre normalmente para quem está logado e redireciona o visitante que chega pela busca.
- Cache servindo uma versão antiga da página, o que faz a correção já aplicada parecer que não funcionou.
Atualizar não é apertar o botão de atualizar
O painel do WordPress oferece um botão que aplica tudo de uma vez, e é justamente por isso que tanta gente descobre o estrago depois. Atualização de plataforma, tema e plugin muda código em produção, e o efeito colateral quase nunca aparece na página inicial: aparece no formulário, no checkout, na página que depende de um bloco específico ou na área que só o cliente logado enxerga.
A ordem que usamos é a inversa da conveniência: cópia antes, atualização em conjuntos pequenos em vez de tudo de uma vez, verificação das páginas que dependem daquela peça e só então a publicação, com o ponto de retorno pronto caso o resultado saia diferente do esperado. Quando o que muda é conteúdo, e não código, a conferência é outra: em segmento regulado, quem decide o que pode entrar na página é a norma do conselho profissional, assunto tratado a fundo nas páginas de marketing para advogados, marketing para clínicas e médicos e marketing para dentistas.
O primeiro mês de acompanhamento é diagnóstico, não rotina
Site que chega de outro fornecedor não entra em rotina no primeiro dia. Antes disso é preciso saber o que existe: versão da plataforma, lista de plugins e por que cada um está lá, situação real da cópia de segurança, o que foi personalizado direto no código do tema (personalização que uma atualização desavisada apaga) e o que está parado há tempo suficiente para exigir cuidado na hora de mexer.
Esse levantamento é também o que dimensiona o acompanhamento. Um site institucional com formulário de contato ocupa menos a equipe por mês do que um com área restrita, agendamento ou integração com sistema de terceiro, em que cada atualização precisa ser validada ponta a ponta. Loja virtual pede mais ainda: módulo de pagamento e de frete são mantidos por terceiros, atualizam no ritmo deles e exigem teste de compra a cada mudança. Pesa igualmente o quanto o conteúdo se mexe, quem trata o site como catálogo estável demanda menos do que quem publica material novo com frequência. Por isso olhamos o site antes de falar em escopo.
Dúvidas frequentes
Como vocês dimensionam o acompanhamento do meu site?
Pelo levantamento inicial. Contam a quantidade e o tipo de plugin, as integrações com sistemas de terceiros, a existência de loja virtual ou de área restrita, o volume esperado de alteração de conteúdo e o estado em que o projeto chega até nós, site herdado de outro fornecedor costuma precisar de um ajuste antes de entrar em rotina previsível. É por isso que a conversa sobre escopo vem depois de olhar o site.
Meu site é institucional e quase nunca muda. Preciso mesmo de manutenção?
Site que não muda continua envelhecendo por fora: o WordPress lança versão nova, os plugins recebem correção de segurança e o servidor avança a versão de PHP. Justamente por não ter ninguém entrando no painel com frequência, a falha nesses sites costuma passar meses sem ser notada, inclusive um formulário de contato que parou de entregar mensagem.
Vocês assumem a manutenção de um site que não foi criado por vocês?
Sim. O que muda é o começo: fazemos o levantamento do que existe e separamos o que entra na rotina do que precisa ser corrigido antes dela. Para isso pedimos acesso administrativo ao painel e ao ambiente onde o site roda, sem os dois não há como avaliar o que está desatualizado nem confirmar se a cópia de segurança realmente existe.
Como eu sei que o trabalho está sendo feito, se o site continua igual?
Essa é a natureza do serviço: quando funciona, nada acontece de visível. O que dá para acompanhar é o registro do que foi aplicado: versões atualizadas, correções, conteúdo publicado e o que foi testado antes de ir ao ar. Se um fornecedor de manutenção não consegue mostrar esse registro, não há como distinguir trabalho preventivo de ausência de trabalho.
Se o site já está hospedado com a Criattus, a administração web é a mesma coisa?
Não. A hospedagem entrega o ambiente onde o site roda; a administração web cuida do que está dentro dele: plataforma, plugins, backup do site, conteúdo e o acompanhamento preventivo. Servidor saudável com WordPress desatualizado continua sendo um site vulnerável.
E se o site for invadido mesmo com o acompanhamento ativo?
Nenhum trabalho de manutenção torna um site imune, e quem promete isso está vendendo o que não existe. O que o acompanhamento muda é o cenário depois: existe backup fora do servidor, com mais de uma data disponível, e existe alguém que conhece aquele site para identificar por onde entraram e fechar a porta. A diferença prática aparece na recuperação.
Alteração de texto e de imagem entra na rotina ou é tratada como projeto?
Ajustes de conteúdo sob demanda fazem parte do acompanhamento: trocar um texto, atualizar uma foto, corrigir um dado da equipe, publicar uma página dentro da estrutura que já existe. O que sai desse escopo é desenvolvimento novo: funcionalidade que o site não tem, redesenho de layout ou integração nova. Nesses casos tratamos como projeto e conversamos sobre isso antes de começar.
Temos alguém de TI na empresa. Ainda faz sentido contratar?
Depende do que essa pessoa faz. TI interno costuma cuidar de rede, computadores, e-mail e sistema de gestão, que é outro conjunto de conhecimento. Manutenção de WordPress envolve saber quais plugins costumam quebrar entre si, testar antes de publicar e reconhecer sinal de comprometimento, e o trabalho fica mais direto quando quem cuida do site é quem também acompanha o ambiente em que ele roda.
Meu site é uma loja virtual. Muda alguma coisa na manutenção?
Muda bastante. Loja virtual tem módulos de pagamento e de frete mantidos por terceiros, que atualizam no ritmo deles, e uma atualização mal testada pode derrubar o checkout sem derrubar o resto do site, ou seja, a loja parece no ar e não vende. Por isso o teste de compra faz parte da rotina, e o backup precisa incluir o banco de dados, onde ficam os pedidos.
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